Muitas são as dúvidas
relacionadas ao conceito de indivíduo talentoso,
de altas habilidades. A mais comum delas é
a de que são, necessariamente, alunos com
ótimo desempenho acadêmico —
independente de direcionamento e atenção
especial. Não é verdade: sem o apoio
devido muitos destes talentos podem não
desenvolver suas habilidades adequadamente, deixando
de utilizar boa parte de seu potencial intelectual.
Esta seção
traz conceitos fundamentais, extraídos
do site do Conselho Brasileiro de Superdotação
(www.conbrasd.com.br):
A habilidade superior, a superdotação,
a precocidade, o prodígio e a genialidade
são gradações de um
mesmo fenômeno.
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Chamamos de precoce a criança
que apresenta alguma habilidade específica
prematuramente desenvolvida em qualquer área
do conhecimento, seja na música, na
matemática, na linguagem ou na leitura. |
Utilizamos o termo criança prodígio
para sugerir algo extremo, raro e único,
fora do curso normal da natureza. Um exemplo
seria Wolfgang Amadeus Mozart, que começou
a tocar piano aos três anos de idade.
Aos quatro anos, sem orientação
formal, já aprendia peças com
rapidez, e aos sete já compunha regularmente
e se apresentava nos principais salões
da Europa. |
Mozart, assim como Einstein, Gandhi, Freud
e Portinari, entre outros mestres, são
ainda exemplos de gênios,
termo reservado para aqueles que deram contribuições
extraordinárias à humanidade,
revolucionando as suas áreas de conhecimento.
São aqueles raros indivíduos
que, até entre os extraordinários,
se destacam e deixam sua marca na história. |
As habilidades apresentadas pelas pessoas
aqui citadas, sejam elas precoces, prodígios
ou gênios, podem ser enquadradas em
um termo mais amplo: altas habilidades. |
O talentoso
/ portador de altas habilidades
é aquele indivíduo que, quando
comparado à população
geral, apresenta uma habilidade significativamente
superior em alguma área do conhecimento,
podendo se destacar em uma ou várias
áreas.
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