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Pessoas, o ingrediente principal da aprendizagem

21/07/13

* Por Cassia Oliveira

Universidade Yale

Olá, galera!

Mal posso acreditar que este é meu último post. Foram tantas as atividades nestas três semanas, que o tempo simplesmente voou!

Hoje minha missão aqui é bem difícil, mas vou tentar fazer o melhor possível para transmitir um pouco do que foi esta viagem para mim. Desde o início, foi tudo muito novo, surpreendente e desafiador, principalmente para alguém que nem sequer sabia onde ficava o Aeroporto de São Paulo.

O que falar dos lugares que conheci? Lindos, lindos. Nunca imaginei que um dia assistiria a um musical na Broadway, passearia pela Times Square, veria esquilos (eles são muito fofos!)  e que conheceria algumas das melhores universidades do mundo, como Yale e MIT. Sem dúvida alguma, visitar esses lugares foi sensacional, mas não foi só isso que tornou essa viagem inesquecível.

Refeitório Commons da Universidade YalePessoas, acima de tudo, foram o ingrediente principal de tudo isso. Começando por aquelas que me ajudaram a estar aqui, como a equipe do Ismart e a professora Anelisa Macedo, que me ajudou no processo de application para a vaga. Aprendi muuuuito com outras pessoas aqui em Yale nestas semanas, muitas vezes sem nem mesmo conhecê-las previamente. Foram muitas as conversas durante o jantar no refeitório Commons e nos intervalos de aulas. Funcionários, professores, roommates…

Aprendi muito sobre países que eu nem sabia onde ficavam e culturas totalmente diferentes da nossa. Foram muitas as discussões que iam desde a razão da paixão dos americanos por batata frita, a até teorias mirabolantes para tentar tornar o capitalismo mais humano, passando pelo processo de independência brasileiro, a imagem do país no exterior e fatos, no mínimo curiosos, sobre a família do czar Nicolau II (sim, achei uma russa aqui! Hahaha). Todos esses depoimentos destruíram muitos estereótipos que eu tinha. Não há nada melhor do que conhecer um país através de seus próprios habitantes.

E sobre os cursos? No de Engenharia Sustentável, depois de disparar o alarme de incêndio do prédio, passar horas pensando em como substituir os materiais que havíamos requisitado mas não chegaram (tenho quase certeza que isso foi proposital, rsrsrs), martelar meu próprio dedo e ter imenso prazer em ver os projetos concluídos e funcionando,  eu cheguei a uma conclusão: sim, quero mesmo ser engenheira (resolver problemas, let’s do it!).

No workshop de Controle de Estresse, descobri o poder da ioga e que por mais estranho que possa parecer, não, eu não sabia respirar. No de esgrima, após alguns hematomas e muito suor, descobri uma verdadeira paixão. En garde!

Aula de esgrima na Universidade Yale

Já nas aulas de Ciência Forense, percebi o quão teorias (aparentemente) mirabolantes podem ser fundamentais na resolução de um crime.

Equipe para resolução do último caso do curso de Ciência Forense

Equipe para resolução do último caso do curso de Ciência Forense

Aprendizado, experiência, autonomia, pensamento crítico… Nunca poderia imaginar que em três semanas melhoraria em tantos aspectos!

Para encerrar com chave de ouro esse summer program, tivemos um show no qual se apresentaram todos os alunos de cursos que envolviam Arte. Nunca vi tantos talentos juntos! Fiquei impressionada com a qualidade e criatividade das apresentações de vídeo, teatro, música e dança. Nem parecia que a maioria era amadora!

Bom, depois de tudo isso, quero deixar uma última mensagem para vocês, ismartanos:

Não diminuam seus sonhos. Maximizem sua coragem.

Não diminuam seus sonhos. Maximizem sua coragem.

Espero que tenham gostado dos posts. Não deixem de acompanhar as aventuras dos outros alunos Ismart aqui no blog =)

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