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Aluno pratica inglês e aprende sobre política em evento de universitários de Harvard

10/09/15

Cassio (à dir.) é bolsista desde 2012; ele entrou no Ismart pelo Projeto Alicerce

O bolsista do Ismart Cassio Tales Castanho Caetano, que cursa o 2ª ano do ensino médio no Colégio Bandeirantes, em São Paulo, participou do Harvard Model Congress Latin America (HMCLA). Trata-se de uma simulação de conferência governamental organizada por estudantes da Universidade Harvard. Neste ano, o evento, cuja língua oficial é o inglês, ocorreu no Centro Universitário Belas Artes, entre os dias 19 e 22 de agosto.

Segue o relato de Cassio sobre essa experiência:

“Participar do Harvard Model Congress foi uma experiência incrível e enriquecedora, tanto por obter novos conhecimentos sobre política como também por aprimorar a língua inglesa. Participei na Brazilian Supreme Court, equivalente ao nosso Supremo Tribunal Federal, e resolvemos três casos diferentes. Em cada um dos casos, desempenhei um papel diferente: promotor, júri e advogado de defesa. Em todos os casos, aprendi a expressar minhas opiniões e, principalmente, a trabalhar em grupo, pois todas as discussões eram feitas com seis pessoas em cada um dos papéis do STF, obrigando cada grupo a tomar uma decisão unificada e com aceitação de todos.”

“O que muitos pensam ser a pior parte de uma simulação internacional, o idioma, nem sempre é algo tão cruel. No começo, é óbvio, sempre temos aquele medo de cometer algum erro ao falar em inglês com várias pessoas ao redor (e pessoas que muitas vezes estudam o idioma desde pequenas). Mas, depois de alguns minutos, a experiência e a vontade de participar da discussão acobertam o medo e permitem que todas as barreiras sejam quebradas.”

“Para qualquer um que me pergunte qual o melhor modo de aprender a falar em público e de perder o medo de falar em outro idioma, a minha resposta é bem clara: simule, e não no seu idioma nativo, pois é o jeito mais legal e fácil de praticar e perder o medo. Simular, como sempre, é algo que exige muita habilidade, mas que sempre faz com que cada um que esteja simulando se envolva como se estivesse fazendo isso na vida real. Todas as emoções, sentimentos, amizades e resoluções, apesar de estarem dentro da simulação, são reais e fiéis, e não permanecem somente até o final do congresso.”

+ REPORTAGEM DA GLOBONEWS SOBRE O EVENTO

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