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Tudo que é bom dura pouco

31/07/16

* Por Thiago Cruz

Já cheguei ao Brasil, de volta para minha família, escola, projetos e rotina. E não tenho mais palavras pra descrever o quão espetacular essa viagem foi. A cada dia, aprendi uma coisa nova, e a cada coisa nova que aprendi, vi uma aplicação maior ainda na minha vida. Como disse no post anterior, acho que encontrei o meu lugar! Saí de lá com a sensação de que para lá eu voltarei um dia, e esse programa foi um perfeito lembrete do quão pesado eu vou ter de trabalhar pra alcançar uma universidade fora.

Uma “técnica” muito interessante que tentei aplicar nesse programa fez tudo ficar melhor. Tentei colocar, dia após dia, uma música que definisse minhas experiências, e acho que nesse exato momento já sei uma que, em um panorama geral, definiu cada parte das minhas emoções: “Leve”, de Jéf. Essa música representa muito a falta que senti dos meus pais, e como eu superei cada parte disso e agora me sinto preparado pra enfrentar toda a minha jornada futura.

Nos últimos dias nos EUA, nosso cronograma foi mais voltado ao lazer e a atividades culturais que poderíamos desfrutar em Boulder. Primeiro, no último fim de semana, fomos a um parque aquático, o Water World Water Park. Tive uma missão muito especial nesse parque: até então eu não sabia nadar. Você, leitor, deve estar pensando: “Olha, ele aprendeu a nadar”. Então, não… mas eu tentei!

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A Jane, minha colega russa aqui do programa, tentou (por incansáveis três horas) me ensinar a nadar. Fui de cachorrinho, de costas, de todas as maneiras possíveis, e no máximo consegui nadar alguns dois metros. Mas, tudo bem. Fica pra próxima.

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Já pelo começo da semana só tivemos aulas normais e algumas orientações sobre como ocorreria a saída dos alunos para seus países (e foi um dos momentos mais tristes até então). Porém, tivemos uma visita ao Museu de Arte e Cultura da universidade. Foi uma experiência incrível, mas infelizmente não pudemos ter acesso à metade da instalação pois estava sendo preparada para outras exposições. Mesmo assim, pudemos entrar em contato com obras de uma artista latino-americana que, em conjunto com grupos de imigrantes de sua etnia, fez obras incríveis (fotos abaixo) e aprendemos bastante o que o senso de cultura representa para os imigrantes latino-americanos.

Por fim, e não menos importante, uma coincidência incrível me pegou de surpresa! Tínhamos ido a um coffee shop em Boulder para assistir a um show que aconteceria à noite. Porém, quando cheguei lá, reparei que o baixista que estava tocando era um dos integrantes de uma das minhas bandas favoritas, System of a Down, e não perdi a oportunidade de conversar um pouco com ele numa das pausas – e, além disso, tirar uma ótima selfie!

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