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Professora fala do sentimento e desafios de educar diariamente

18/10/18

 

Nome: Maria das Graças Maia
Cidade: Rio de Janeiro
Escola: Coordenadora Escola Governador Carlos Lacerda
Professora desde 1991

 

 

E a semana dedicado ao professor não para. Entrevistamos a professora Maria das Graças que apoia o Ismart há bastante tempo, indicando e reconhecendo talentos. Compartilhamos aqui um pouco do sentimento e desafios de educar para o mundo.

“Me vejo como uma técnica de futebol, eles se movem e eu dou a força, falo “vai chuta a bola que vai dar certo”, sempre apoiando e não deixando desistir. “

ISMART:  O que na profissão de professora te emociona?
MARIA DAS GRAÇAS: A profissão me emociona desde o início! Lidar com o ser humano é uma coisa complexa, pode dar resultados positivos ou negativos. Lidar com a adolescente, então, é um outro desafio, porque é um ser em formação, que está no tempo de errar. A possibilidade de refletir com eles, me emociona e você ver em médio e longo prazo a possibilidade de mudança é incrível. E isso causa uma vitamina!
Chorei conversando com uma família que está passando pelo processo seletivo do Ismart. Tinham muito receio da visita domiciliar, na questão do feio e o bonito, e explicar esse conceito o que é realmente importante, é muito forte e especial. Gratificante!

ISMART: Ser professora para você é?
MARIA DAS GRAÇAS: É a possibilidade de impactar vidas positivamente.

ISMART: Quais os maiores desafios da profissão?
MARIA DAS GRAÇAS: Lidar com as diferenças sociais, econômicas, emocionais dos adolescentes.

ISMART: Tem uma forma de minimizar isso? Como?
MARIA DAS GRAÇAS: Sendo muito positiva sempre, acredito nessa relação.

ISMART: E a relação com os alunos?
MARIA DAS GRAÇAS: Maravilhosa. Eu fico muito emocionada! Crio vínculo, conheço famílias e vejo a importância dela na formação de um jovem. Famílias que se unem e valorizam a educação, criam pessoas mais calmas e seguras de si.

ISMART: Alguma história te marcou mais até aqui?
MARIA DAS GRAÇAS: Sim
A Primeira família que ajudei a ir para o Ismart, Rafael e Tadeu (gêmeos), os dois conseguiram e se formaram no PH, junto “com o meu filho” e foi uma alegria muito grande encontrar a mãe deles naquele dia.
Choramos do início ao fim da formatura.
Gratidão em perceber que você é capaz de ajudar o outro com atitudes simples.
Me vejo como uma técnica de futebol, eles se movem e eu dou a força, falo “vai chuta a bola que vai dar certo”, sempre apoiando e não deixando desistir.

ISMART: E se não fosse a educação?
MARIA DAS GRAÇAS: O mundo seria mais cruel.

 

 

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