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Testei a hospitalidade nova-iorquina

16/08/16

* Por André Garcia de Oliveira

Dinossauros, mamutes, Empire State Building, Central Park, Junior’s Cheesecake, Van Gogh, Broadway, Yale, pessoas MARAVILHOSAS! Esses são alguns dos pontos que fizeram das férias de 2016 as melhores da minha vida. Apesar de o programa de verão em Yale já ter se encerrado e eu estar de volta ao Brasil, queria compartilhar neste post algumas das minhas experiências com vocês. Aproveito a oportunidade, também, para agradecer a todos aqueles que contribuíram para a realização desse sonho, seja direta ou indiretamente.

Sou o André Garcia de Oliveira e curso o 3º ano do ensino médio na Escola Lourenço Castanho, em São Paulo. Fui aos Estados Unidos para participar do programa Young Yale Global Scholars. No próximo post, falarei sobre o curso. Hoje, quero falar sobre meus três dias em Nova York, antes de ir para Yale. Bom, vamos lá.

Minha chegada à cidade foi desafiadora desde o princípio. Além do calor, tive atrasos imprevistos no meu cronograma de viagem. Quando cheguei, peguei trem e metrô do Aeroporto JFK em direção a Manhattan e pude conhecer, já no primeiro dia, os famosos ratos do metrô de Nova York. A comparação com o sistema paulistano se torna inevitável.

Apesar da sujeira, são muitas as vantagens do metrô nova-iorquino sobre o de São Paulo. Primeiro, lá ele te leva a qualquer lugar. Segundo, há wi-fi grátis em todas as estações. Entretanto, o metrô de NYC pode causar muita confusão na “fase de adaptação”. Peguei, sem saber, a linha expressa, que pula diversas paradas, e acabei perdido já nas primeiras horas, hahaha. O resultado foi uma prévia do que aconteceria dali pra frente constantemente: pedir muito a ajuda das pessoas na rua ou em qualquer lugar. Posso afirmar que isso foi uma das melhores consequências que os problemas de viajar sozinho me trouxeram, pois pude praticar muito o inglês; e “me fazer entender” e também conhecer um pouco da hospitalidade nova-iorquina (que me impressionou).

Depois de chegar ao local onde me hospedaria, fui visitar Wall Street e as atrações nas redondezas, aproveitando o fim da tarde com um passeio de barco ao redor da Estátua da Liberdade, da orla de Manhattan e sob a Ponte do Brooklyn. Finalizei o dia com um jantar no Hard Rock Café.

Meu segundo dia em Nova York foi o mais cheio. Começou com um café da manhã no Starbucks, seguido de uma longa caminhada no Central Park. Depois de andar a metade do parque, descobri que encontrar esquilos era mais comum do que imaginava. Fui então ao Museu Metropolitano de Arte, o MET, e depois ao espetacular Museu Americano de História Natural, aquele do filme “Uma Noite no Museu”. Depois de muitos fósseis e outras coisas mais, voltei para o parque e segui em direção à Times Square. Fui ao Rockfeller Center e encerrei o dia subindo ao topo do Top of the Rock, de onde pude ver as luzes da cidade numa noite de domingo.

No outro dia pude visitar a Universidade Columbia, tomar um banho de chuva na Rua 34 e, mesmo assim, assistir a um belíssimo musical da Broadway: “Chicago”.

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