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O charmoso câmpus de Columbia

12/07/13

* Por Antônio Jerry Soares

Oi, pessoal! Hoje vou falar um pouco mais sobre os cursos, do dia a dia nos EUA e também da visita à Universidade Columbia, em Nova York. Antes de começar, só queria dizer uma coisa: como o tempo passa rápido! Metade do programa aqui em Yale já ficou para trás…

Bom, meus cursos não avançaram muito. No de Gerenciamento de Negócios, fizemos um produto imaginário (ficou só no papel) e desenvolvemos todo o sistema de vendas, que vai desde planejar a propaganda até o preço no mercado. Pensei em um aplicativo para celular e, boa notícia, meu produto foi escolhido como um dos favoritos pela sala! Depois terei de “vender” o app às pessoas do câmpus. Quando tiver mais notícias, conto a vocês.

Na segunda quarta-feira do Explo, nós, alunos, podemos fazer uma visita a alguma grande faculdade dos EUA. Escolhi Columbia. A vida no câmpus lá não é muito diferente daqui (em Yale). Os alunos estudam o dia inteiro! A única diferença é o fato de Columbia ficar na cidade de Nova York. Pergunto: como estudar na cidade com mais coisas para se fazer no mundo? O charme do câmpus está na arquitetura. Deuses e filósofos gregos estão por toda parte e alguns prédios lembram mesmo templos gregos.

Por último, quero contar a vocês algumas das aventuras de viver no câmpus universitário. Enquanto você fica duas horas esperando para sua roupa lavar e secar, na lavanderia, os alunos colocam caixas de som com música e rola meio que uma festa lá dentro. É extremamente divertido.

Prédio sustentável em Yale: notem como ele praticamente é de vidro e usa madeira e concreto para diminuir o calor

Prédio sustentável em Yale: notem como ele praticamente é de vidro e usa madeira e concreto para diminuir o calor

Também queria compartilhar a história de um prédio aqui de Yale. Ele é um edifício totalmente sustentável, com tetos de vidro para que se possa aproveitar ao máximo a luz do dia, além de um sistema de ar condicionado surpreendente que aproveita o material de que o próprio prédio é feito para manter o ambiente fresco. Deixo a seguinte pergunta para vocês, hoje: um prédio que usa menos energia, mas que ao mesmo tempo não passa de mais um lugar de pesquisa e que, além disso, custou US$ 30 milhões, é um bom investimento para o país? Pensem e me respondam se o custo-benefício vale a pena.

Por hoje é isso. Até mais!

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