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Educação é sinônimo de transformação, principalmente quando falamos de alunos com Altas Habilidades / Superdotação. Entretanto, o acesso ao ensino de qualidade nem sempre é facilitado. É quando a coragem e determinação falam mais alto e separam o joio do trigo. Aos dedicados, projetos como o Processo Seletivo Ismart são a chance de alcançarem seus sonhos. 

Júlia Ferreira Ramalho (15 anos), é um exemplo de estudante aplicada e muito estudiosa, que sempre frequentou escolas públicas e, com a vinda da pandemia, encontrou dificuldades em seu aprendizado. Especialmente em disciplinas de exatas, que são suas favoritas.

Porém, ao ser selecionada pelo Processo Seletivo Ismart para o projeto Bolsa Talento, teve a oportunidade de fazer no contraturno um curso da mesma série complementar, mas em uma escola particular renomada. O resultado foi a melhora no seu desempenho geral..

Conversamos um pouco com ela sobre isso e aproveitamos para saber a respeito de seu caminho de aprendizado alcançado por meio do Processo Seletivo Ismart. Vamos conferir?

Como a sua história com o Processo Seletivo Ismart começou?

Júlia Ferreira Ramalho: Sempre estudei muito e fui curiosa. Houve uma época em que a minha mãe tinha que esconder os materiais da escola, porque eu queria chegar da aula e já fazer o “para casa”. Fiz o possível para me desenvolver em tudo o que a escola oferecia e sempre tive notas altas. Até que um tio meu, do interior de Minas, recomendou o Processo Seletivo Ismart.

Como fiquei sem aula na pandemia, apenas  com revisões de conteúdos, precisei me virar sozinha, “remar contra a maré”. A escola não estava mais acompanhando o meu nível de estudo e, assim que descobri o Ismart, estabeleci a meta de ser selecionada.

E qual foi o seu processo de estudos?

Júlia: Montei um cronograma de estudos para me preparar para a prova. Fui estudando, mesclando com atividades físicas para me concentrar melhor e mantive uma boa alimentação. Abri mão de algumas atividades, mas não deixei de fazer  o que gosto. Tentei criar uma rotina prazerosa. Nesse tempo, meus pais apoiaram todo o processo e me motivaram. 

Também treinei com as questões que já haviam caído nas provas anteriores. Sempre pensando que caso não desse certo, haveria outras oportunidades e encontraria o caminho de outra forma. Mesmo o Ismart sendo minha meta principal, estava cogitando outras oportunidades.

Qual o sentimento após toda a sua trajetória e o sucesso de ter conseguido a bolsa?

Júlia: Sentimento de superação, gratidão. Tudo parecia tão distante, mas era e é possível. Todo o processo foi incrível e superou as minhas expectativas. Acompanhei as lives, os depoimentos e já me imaginava com o Ismart. Cada etapa em que passei foi uma experiência e superação para áreas diferentes da vida. E a conclusão que cheguei é de que o Ismart vai além de conteúdos didáticos, conheci muitas pessoas, criei laços e cada etapa foi uma evolução.

Para o futuro, qual curso pensa em seguir?

Júlia: Não tenho 100% de certeza. Gosto de organização, então penso em administração ou engenharia.

Para os alunos que estão no começo do Processo Seletivo Ismart, inscrevendo-se e conhecendo os projetos, o que você diria?

Júlia: O primeiro de tudo é ter foco e determinação, colocar como objetivo principal, manter o equilíbrio, se dar recompensas e abrir mão de algumas coisas para estudar. Ter em mente que será um desafio de superação pessoal, só de se inscrever já é um ato de coragem. Não se cobrar muito e não se punir caso não dê certo, equilíbrio acima de tudo, colocar em mente que um processo não te define, que além de passar ou não, tudo o que você aprendeu vai valer a pena de qualquer forma.

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